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Saiba como o mercado da construção civil está se comportando em 2019
casal na construção civil

Saiba como o mercado da construção civil está se comportando em 2019

Saiba como o mercado da construção civil está se comportando em 2019

 

A construção civil é um dos setores mais importantes para a economia do país. Historicamente, o desempenho desse mercado acompanha o capital de giro brasileiro. Logo, o trabalho desse setor é cíclico, com períodos de alta demanda e, consequentemente, altos salários, e épocas em que o setor se manter praticamente estagnado.

 

O Índice Nacional da Construção Civil (SINAPI), calculado pelo IBGE, variou 0,35% em junho, superando em 0,24 ponto percentual a taxa do mês anterior (0,11%). Porém, registrando o menor índice de junho desde o início da série com desoneração, em 2013. Os últimos 12 meses foram para 4,25%, resultado abaixo dos 4,49% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho de 2018, o índice foi 0,58%.

 

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em maio fechou em R$ 1.131,89, passou em junho para R$ 1.135,88. Sendo R$ 595,15 relativos aos materiais e R$ 540,73 à mão de obra.

 

Expetativa para a construção civil em 2019

 

Não é à toa que os dados mostram: os empresários estão confiantes em relação ao nível de atividade e à novos empreendimentos e serviços nesse segmento. Segundo a Sondagem da Indústria da Construção, o índice de intenção de investimento registrou um ápice. São 2,3 pontos já em outubro e dezembro de 2018.

 

Os dados não demonstram apenas aumento de projetos, empregos e empreendimentos, mas um mercado aquecido para o nicho. Uma amostra é que, o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná prevê a criação de, pelo menos, cinco mil novos postos de trabalho. A previsão é para Curitiba e sua Região Metropolitana.

 

Em 2018, o produto interno bruto da construção civil registrou o quinto ano seguido de retração. Mas a expectativa é a de que, em 2019, esses números negativos fiquem para trás. A projeção de crescimento de 1,3% pode parecer tímida, mas já significa uma mudança de direção.

 construção civil

Perfil da construção civil

 

Se olharmos para o futuro próximo e para o que foi apontado como tendência para 2018, não há diferenças marcantes. Ao passo que, o uso de tecnologias como BIM, inteligência artificial, impressão 3D e internet das coisas foi reforçado ao longo ano. Já falamos aqui, no blog da Terra Brasil a respeito dessas propensões que devem continuar assim por um bom tempo. Assim, o perfil das construções tende a mudar, com presença de serviços agregados. Um exemplo é o uso de inteligência artificial para a resolução de comandos em elevadores e portarias.

Outro fator importante na mudança das edificações é a preocupação cada vez maior em relação a sustentabilidade. A sociedade tende a exigir, cada vez mais, edifícios eficientes, que gerem menos danos ao ambiente. Isso se deve à maior conscientização das pessoas e, também, a uma questão de custo. Um projeto de construção sustentável médio é capaz de reduzir em 40% o uso de água, 35% a emissão de gás carbônico e 65% o desperdício. Esses são dados apresentados pela Green Building Council Brasil.

 

Para o consumidor, o ganho está na redução de custos de operação e na disponibilidade de usufruir dos ambientes pensados para a projeção natural, como por exemplo da luz. Isso sem mensurar o impacto positivos dentro da própria construção: gestão correta de resíduos, compactação de solo, ferramentas apropriadas. Um novo cenário que tende a beneficiar toda a sociedade.

 

Dessa forma, os profissionais que atuam na construção civil serão também cada vez mais exigidos a conhecer os softwares e apps para engenharia civil.  Uma atualização que envolve desde os prestadores de serviço autônomos até as grandes construtoras. Oferecer empreendimento cada vez mais estruturados é a exigência para o crescimento do mercado.

Além disso, vale lembrar que a inovação é um vetor de crescimento para as empresas da construção civil. E não é demais dizer que as empresas – construtoras ou fornecedoras – estão cada vez mais conscientes da necessidade de serem inovadoras.

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